13/11/2017

Pará: Indústria avança no Estado, segundo pesquisa.

Números do IBGE mostram alta de 13,2% em relação a setembro de 2016.

Depois de registrar recuo em agosto, a produção industrial do Pará voltou a dar sinais de recuperação em setembro deste ano, quando a indústria paraense avançou 13,2% na comparação com igual mês do ano anterior, com quatro dos sete setores investigados assinalando aumento na produção. O principal impacto positivo veio da atividade de indústrias extrativas (15,5%), impulsionada, especialmente, pela maior extração de minério de ferro em bruto ou beneficiado. De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria paraense assinalou variação positiva de 2% na passagem de agosto para setembro, após também avançar em julho (2,7%) e se retrair em agosto (-0,6%).

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o crescimento de 13,2% da indústria do Estado em setembro, em comparação com o mesmo mês de 2016, foi a 25ª taxa positiva consecutiva neste tipo de comparação e a maior variação dentre todas as regiões pesquisadas no período, seguida pelo Rio de Janeiro (11,3%). Em todo o País, o crescimento em setembro de 2017 foi de apenas 2,6% em relação a setembro de 2016.

Em oposição ao minério de ferro, as principais influências negativas em setembro vieram dos ramos de metalurgia (-3,7%) e de produtos de minerais não-metálicos (-11,7%), pressionados, em grande medida, pela menor fabricação de óxido de alumínio; e de cimentos "Portland", respectivamente.

TRIMESTRE

Na análise trimestral, o terceiro trimestre do ano (12,1%) mostrou expansão mais intensa do que as observadas no primeiro trimestre (7,8%) e segundo trimestre (9,2%) de 2017, em todas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. Com mais este resultado da indústria paraense, o índice de média móvel trimestral mostrou crescimento de 1,4% no trimestre encerrado em setembro, frente ao patamar do mês anterior, mantendo a trajetória ascendente iniciada em abril último.

O índice acumulado de janeiro a setembro de 2017 assinalou crescimento da indústria do Pará de 9,8% em relação a setembro de 2016. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, ao passar de 8,4% em agosto para 9,2% em setembro de 2017, apontou ganho de dinamismo entre os dois períodos. Nas duas análises, os resultados do Pará também despontam como os melhores do País, que registrou as variações respectivas de 1,6% e 0,4%.

Nos nove primeiros meses de 2017, a indústria do Estado registrou expansão de 9,8%, com apenas dois dos sete setores pesquisados mostrando aumento na produção. A principal contribuição positiva sobre o total da indústria foi observada na atividade de indústrias extrativas (12,9%), impulsionada, principalmente, pela maior extração de minérios de ferro em bruto ou beneficiados. Em contrapartida, as influências negativas mais relevantes vieram dos setores de produtos de minerais não-metálicos (-22,4%) e de produtos alimentícios (-3,8%), pressionados, principalmente, pela menor produção de cimentos "Portland"; e de carnes de bovinos frescas, refrigeradas ou congeladas e óleo de dendê, respectivamente.

BRASIL

Em todo o País, o ritmo da produção industrial teve ligeira alta de 0,2% entre agosto e setembro de 2017, com seis dos 14 locais pesquisados com variações positivas. O avanço mais acentuado foi o do Rio de Janeiro (8,7%), seguido por Goiás (2,1%), Pará, São Paulo (1,3%), Paraná (0,2%) e Santa Catarina (0,2%).

Na outra ponta, Espírito Santo (-3,0%), Pernambuco (-2,5%) e Região Nordeste (-2,0%) tiveram os piores resultados negativos naquele mês. As demais taxas negativas foram registradas por Ceará (-1,1%), Amazonas (-1,1%), Bahia (-1,1%), Rio Grande do Sul (-1,0%) e Minas Gerais (-0,4%).


Reprodução: ORM News

Pará: Estudo aponta crescimento na geração de empregos nos últimos meses

Setores de mineração e geração de energia são os que mais devem abrir oportunidades no Estado.

A agenda econômica que vem sendo aplicada no Estado tem ajudado diretamente na geração de empregos no Pará. De acordo com dados da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), R$124 milhões em investimentos estão sendo injetados no Estado e permanecerão até 2020, valores que devem ser aplicados principalmente nos setores da mineração e na geração de energia.

De acordo com Everson Costa, economista e secretário adjunto da Secretaria de Estado de Assistência, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), os investimentos potencializarão a geração de emprego, abrindo novas vagas principalmente na construção civil. "É um importante setor da economia e que quando fica fortalecido, gera empregos em cadeia, com novas vagas no comércio e também no setor de serviços", explicou.

Ao todo, só no mês de setembro deste ano, foram contratadas em regime de carteira assinada no Pará, 22.172 pessoas e foram desligadas 18.889, gerando saldo positivo de 3.283 mil pessoas, sendo 891 contratações na construção civil, 923 na indústria de transformação e 876 no setor de serviços. É o estado do Norte que mais contratou no período. Em segundo, aparece Rondônia, com saldo positivo de 771 contratações, número bem abaixo do Pará.

O economista enaltece projetos desenvolvidos pelo Governo do Pará que tem ajudado a aumentar o número de empregos no Estado, principalmente nos últimos três meses, quando a economia começou a dar sinais de recuperação. Entre eles o Pará 2030, que garante através de protocolos, condições favoráveis para que o investidor venha e se estabeleça no Pará e, em contrapartida, oferece a desoneração de alguns impostos, o que tem gerado empregos, principalmente na indústria.


Além do Pará 2030, o programa Municípios Sustentáveis vem colaborando com esses números, onde são injetados investimentos na perspectiva de fortalecer a logística, construção de escolas e estradas. "O Pará é um dos poucos estados do país que tem suas obras públicas avançando. O governador vem inaugurando obras constantemente e sempre mexendo com a construção, gerando muitos empregos diretos e indiretos. Sabemos que muitos estados não estão pagando nem os salários dos servidores e aqui temos além disso obras e geração de emprego. Por mais que ainda não seja no nível que esperamos, precisamos lembrar que estamos vivendo um crise", disse o economista.

Segundo as análises de Everson Costa, a perspectiva é de um 2018 melhor. "Com as agendas combinadas e com essa gestão forte, transparente e responsável, temos certeza que o paraense terá ainda melhor perspectiva de emprego e a crise já mostra sinais de enfraquecimento. Acreditamos que ela está próxima do fim e que esse cenário vai melhorar".


Oportunidade de vagas

Uma alternativa para quem ainda está em busca de sua recolocação no mercado de trabalho ou do primeiro emprego, é o cadastro no Sistema Nacional de Emprego (Sine), órgão do governo federal mas coordenado no Pará pela Seaster. O Sine é responsável por realizar a intermediação de mão-de-obra através de suas agências, além de controlar o pagamento do seguro-desemprego e apoiar o Programa de Geração de Emprego, Trabalho e Renda (Proger).

Hoje no Pará existem 44 agências do Sine, onde o trabalhador leva seus documentos, currículo (se já possuir), faz o cadastro com um dos colaboradores e aguarda vagas que encaixem em seu perfil. Quando selecionado, o trabalhador recebe uma carta de indicação do Sine e vai até o empregador realizar entrevistas e testes. Vale lembrar que essa indicação não é uma certeza de conquista da vaga de emprego, mas sim uma oportunidade que pode ou não ser concretizada.

"Somente em 2016, mais de 100 mil pessoas foram atendidas, realizando cadastros e atualização de currículos e disponibilizamos nessa nossa agência pública de emprego, mais de 12 mil vagas. Nós orientamos as pessoas a virem até as agências e não desistir na primeira tentativa frustrada. Se na primeira não deu certo, que tente a segunda, terceira. Orientamos também as pessoas a sempre que puderem, realizarem cursos, se capacitarem. A crise tem um ciclo e depois que ela passar, os que tiverem melhores currículos e profissionalismo conseguirão vagas e remunerações melhores", finalizou o secretário adjunto da Seaster.

O jovem de 23 anos, Vitor Souza, foi um dos que procurou o Sine em busca de vagas de emprego. Desde os 18 anos ele tentava uma vaga para entrar no mercado de trabalho, mas não conseguia. "Deixei meu currículo nos shoppings, supermercados, cadastrei em diversos sites, procurava nos grupos de emprego do Facebook, mas nada dava certo, até eu descobrir o Sine por meio de um amigo", contou.

Vitor veio da Ilha de Mosqueiro, onde morava com os pais, para se cadastrar na agência do Sine em Belém no mês de setembro do ano passado. Em outubro conseguiu dois encaminhamentos para entrevista e um deles se concretizou em contratação. "Eu nem acreditei quando consegui. Passei por testes internos e fui efetivado numa rede de supermercados. Iniciei em dezembro do ano passado como embalador, já fui até promovido e hoje sou operador de caixa. Só tenho a agradecer ao Sine por ter me ajudado nesse processo e ao meu empregador, claro. Hoje já consigo ser mais independente, tendo meu próprio salário. O que quero agora é continuar crescendo na empresa", comemora o jovem, que conquistou o primeiro emprego.

Josivaldo Mendes, gerente do supermercado onde Vitor foi empregado, só é elogios para o funcionário. "É um rapaz competente, comprometido e motivado. Acreditamos no Sine assim que nosso grupo se instalou no Pará por sabermos que ali sempre estão cadastradas pessoas que estão motivadas e precisam realmente de um emprego, e deu muito certo na hora de escolher os funcionários", complementou.

Reprodução: ORM News via Agência Pará

01/11/2017

Hemopa abre processo seletivo para seleção de servidores temporários

Há vagas em em Abaetetuba, Altamira, Belém e Redenção.


A Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) abriu um Processo de Seleção Simplificado (PSS) para contratação de servidores temporários. As vagas são para analista de sistema/desenvolvimento de software, fisioterapeuta, que compreendem o nível superior, e para técnico de hemoterapia, técnico de manutenção/refrigeração e técnico de patologia clínica para nível médio. As lotações são em Abaetetuba, Altamira, Belém e Redenção. O edital será publicado dia 03 de novembro, no site do Hemopa.

O PSS 06/2017 compreenderá três etapas distintas e sucessivas: inscrição e avaliação curricular (de caráter habilitatório, classificatório e eliminatório), comprovação e análise documental das informações curriculares (de caráter classificatório e eliminatório) e entrevista (de caráter classificatório e eliminatório).


Reprodução: ORM News

31/10/2017

Inflação do aluguel acumula queda de 1,41% nos últimos 12 meses

Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de uma alta de 0,74% para 0,16%.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) encerrou outubro com variação de 0,20%, resultado abaixo do registrado em setembro último (0,47%) . No mesmo mês de 2016, o índice tinha alcançado 0,16%. No acumulado desde janeiro, houve queda de 1,91% e nos últimos 12 meses, o índice caiu 1,41%. Este último é que serve de base de cálculo para a renovação dos contratos de aluguel.

O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), com dados coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do atual. A pesquisa mostra que o recuo foi influenciado pela desaceleração no setor atacadista.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de uma alta de 0,74% para 0,16%. De janeiro a outubro, o IPA teve queda de 4,37% e em 12 meses, recuo de 3,86%. Entre os grupos que mais contribuíram para a redução estão os produtos agropecuários, com queda acumulada em 12 meses de 16,68%.

Em outubro, o grupo matérias-primas brutas foi negativo em 1,05% ante uma alta de 1,81%, no mês anterior. Tiveram destaque as commodities (produtos primários com cotação no mercado internacional) minério de ferro (de 7,88% para -8,28%), bovinos (de 8,89% para 0,76%) e mandioca (de 1,97% para -0,53%).

Já os dois componentes restantes do IGP-M indicaram recomposição de preços. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) passou de um recuo de -0,09% para uma alta de 0,28% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve variação de 0,19%, ante 0,14% no mês anterior.

Reprodução: Agência Estado

30/10/2017

Pará: Secretaria estadual inscreve nesta segunda e terça para 70 vagas

Seguem até terça-feira (31), exclusivamente via internet, as inscrições para o processo seletivo da Secretaria de Estado de Assistência Social Trabalho Emprego e Renda do Pará (Seaster). O certame vai preencher de 70 vagas de nível médio e superior, em caráter temporário, com lotação nos municípios de Belém, Santarém, Marabá e Altamira.

Os certames oferecem vagas para Assistente de Assistência Social, Assistente Administrativo, Motorista, Técnico de Enfermagem, Técnico em Gestão Pública (Administração, Serviço Social e Direito), Técnico em Gestão de Assistência Social (Psicologia, Serviço Social, Pedagogia, Nutricionista, Enfermagem, Sociologia, Terapeuta Ocupacional, Fisioterapia e Engenharia Civil), Técnico em Gestão de Infraestrutura (Engenharia Civil), Técnico em Gestão de Informática, Intérprete de Libra e Jornalista. A remuneração disponível pode chegar até R$ 3.773,20, em jornadas de trabalho de 30 horas semanais.

O processo de seleção constará de análise curricular, aplicada para todos os cargos, e entrevista somente para as funções de nível superior. A validade será de três meses, podendo ser prorrogada uma única vez, por igual período, a critério do Órgão.

Veja os detalhes da seleção.

Reprodução: Diário do Pará

27/10/2017

Marinha anuncia concurso com salários de quase R$9 mil

Edital deve ser publicado no dia 9 de novembro, quando as vagas e profissões serão especificadas.

A Marinha do Brasil divulgou que abrirá um processo seletivo para o Serviço Militar Voluntário (SMV) de Oficiais temporários. O edital deve ser publicado no dia 9 de novembro, quando as vagas e profissões serão especificadas. Serão cerca de 600 oportunidases de ensino superior em diversas áreas do conhecimento, com salário bruto inicial, em média, de R$8.900.

As vagas são para ambos os sexos, para candidatos com idade entre 18 e menos de 45 anos no ano da incorporação e as oportunidades estão distribuídas pelos nove distritos navais. O vínculo entre a instituição e os futuros militares será renovado anualmente, podendo chegar a oito anos, e não podendo adquirir a estabilidade.

Como participar do processo seletivo

Quando o Aviso de Convocação for divulgado, os interessados deverão entrar no site da Marinha, clicar em "Serviço Militar Voluntário", escolher o Distrito Naval para o qual desejam concorrer e acessar o link da sua inscrição e o respectivo Aviso de Convocação.

Os candidatos farão uma prova com 50 questões objetivas divididas em Língua Portuguesa (25) e Formação Militar-Naval (25), com data prevista para 4 de março. Após essa etapa, haverá também a verificação de dados biográficos, inspeção de saúde, prova de títulos, verificação documental, designação à incorporação e incorporação.

Reprodução: Extra

Confiança do comércio sobe 3,3 pontos em outubro, segundo a FGV

Com essa, que é a segunda alta consecutiva, o indicador registra o maior nível desde agosto de 2014.

O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 3,3 pontos na passagem de setembro para outubro deste ano e atingiu 92,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Com essa, que é a segunda alta consecutiva, o indicador registra o maior nível desde agosto de 2014 (quando alcançou 92,7 pontos).

Segundo a FGV, o empresário do comércio está mais confiante tanto em relação ao momento atual quanto em relação ao futuro. O Índice de Expectativas, que avalia as opiniões sobre os meses seguintes, teve uma alta de 4,1 pontos e atingiu 99,2 pontos.

Já o Índice da Situação Atual, que avalia as opiniões dos empresários sobre o momento presente, subiu 2,3 pontos e alcançou 86,2.

De acordo com o coordenador da pesquisa, Rodolpho Tobler, a alta do índice nos últimos dois meses "reforça a percepção de que o efeito da crise política de maio passou completamente e de que os indicadores de confiança do setor retomam a tendência de alta do início do ano", afirmou, em referência às denúncias dos executivos do grupo J&F, Wesley e Joesley Batista, que gravaram o presidente Michel Temer e outras autoridades, o que deu início a investigação por suspeita de corrupção passiva e impactou o mercado.

"O movimento sugere que o segmento segue em recuperação lenta, sob influência da inflação baixa e do ciclo de redução das taxas de juros", completou Tobler.


Reprodução: Agência Brasil