24/11/16

Pará: Prêmio homenageia os melhores do agronegócio

O agronegócio no Pará é conhecido no mundo, e chegou a hora de saber quem foram os destaques do setor no Estado. No próximo dia 30, será realizada a final do prêmio Agropará 2016, realização da revista Agropará, através do Jornal Diário do Pará, que se tornou um símbolo de reconhecimento dos maiores produtores do setor.
A grande final deverá apresentar os melhores em 18 categorias. Confira os finalistas:
O prêmio Agropará 2016 tem patrocínio da Assembleia Legislativa e Banco da Amazônia.
Fonte: Diário OnLine

09/11/16

Pela primeira vez no ano, Caixa reduz juro para casa própria

Banco anunciou  que reduzirá em 0,25 ponto porcentual todas as taxas para pessoas físicas que financiaram bens novos ou usados, após queda da Selic.

Brasília - As taxas de juros do crédito imobiliário com recurso de poupança da Caixa vão ficar mais baratas, a partir desta quarta-feira. O banco anunciou nesta terça-feira (08), que reduzirá em 0,25 ponto porcentual ao ano todas as taxas para pessoas físicas que financiaram imóveis novos ou usados enquadrados no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), independentemente do relacionamento com a instituição.

Neste ano, a Caixa aumentou os juros do crédito imobiliário em março, depois de ter feito três reajustes em 2015. A redução desta terça deve ser seguida pelos demais bancos, já que a Caixa principal fornecedor de imóveis do País (com quase 67% de participação no mercado imobiliário), serve de piso para os concorrentes.

Em nota, a Caixa diz que o corte é reflexo da diminuição da taxa básica de juros (Selic), que foi reduzida para 14% ao ano pelo Banco Central.

A Caixa reservou R$ 93 bilhões para o crédito habitacional em 2016, dos quais R$ 66,2 bilhões foram aplicados. 

Sob o comando de Gilberto Occhi, que assumiu no governo Michel Temer, a Caixa adotou uma série de medidas para incentivar o setor da construção. Para as famílias, o banco dobrou o limite de financiamento dos imóveis de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões, e aumentou o porcentual que pode ser financiado. Às construtoras destinou R$ 10 bilhões ao reabrir uma linha específica e passou a permitir que as operações sejam fechadas com 80% de execução das obras. Também reformou a linha Construcard, que financia materiais de construção.

Reprodução: Estadão Conteúdo

Taxa de desemprego de jovens entre 14 e 24 anos sobe para 26%

Para essa faixa etária, o crescimento do desemprego foi mais acentuado na comparação entre o primeiro semestre deste ano e o de 2015, diz Ipea.

Brasília - O ingresso no mercado de trabalho está mais complicado para os jovens que têm entre 14 e 24 anos. Para essa faixa etária, o crescimento do desemprego foi mais acentuado na comparação entre o primeiro semestre deste ano e o de 2015. O dado é do 61° Boletim Mercado de Trabalho divulgado, na terça-feira (08), pelo Instituto Nacional de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo analisa o mercado de trabalho no primeiro semestre deste ano.

De acordo com o boletim, a taxa de desemprego para quem tem entre 14 e 24 anos passou de 19,3% no primeiro semestre de 2015 para 26,5% no mesmo período de 2016.

O estudo mostra, ainda ,que, em geral, a taxa de desemprego no primeiro semestre de 2016 ficou em 11,1%, 3 pontos percentuais acima do verificado para o primeiro semestre de 2015, quando registrou 8,1%.

Quando o dado é desagregado por regiões, a Nordeste apresentou as maiores taxas de desemprego no primeiro semestre de 2016, chegando a 13%. Na comparação com o mesmo semestre do ano anterior, o maior crescimento foi registrado na Região Sudeste, cuja taxa de desemprego passou de 8,1% para 11,5%, uma variação de 3,4 pontos percentuais.

O boletim do Ipea faz uma análise do mercado de trabalho a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Sindicatos

No lançamento do boletim, o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea, André Gambier Campos, apresentou dados sobre os sindicatos no País. Atualmente, o País registra 11 mil sindicatos de trabalhadores, sendo 73% da área urbana e 26% da área rural. Por região, a concentração é maior no Sudeste e no Nordeste.

"O sindicato médio no Brasil, além de ter uma base territorial pequena e uma base social restrita, ele também conta com poucos recursos para se organizar e se mobilizar", disse Gambier.

Reprodução: Agência Brasil

Belém-PA: Feira do Empreendedor 2016

Os principais empreendedores do Pará vão estar lá, inclusive você!

O Sebrae no Pará traz a você mais uma edição da Feira do Empreendedor, evento que tem como objetivo  fomentar a criação de um ambiente favorável para a geração de oportunidades de negócio. Ela estimula o surgimento, a ampliação e a diversificação de empreendimentos sustentáveis, além de difundir o empreendedorismo como um estilo de vida.

Feira do Empreendedor 2016
16 a 19 de novembro 
9h às 22h – Capacitações
16h às 22h – Pavilhão de Feiras

Local: Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia
Av. Dr. Freitas, s/n – Marco 
Belém - PA

Entrada Franca. Evento proibido para menores de 16 anos.

Veja a programação e faça sua inscrição em: http://feiradoempreendedorpa.com.br/site/

07/11/16

Norte deve crescer 4%, mais que o dobro do País no próximo ano

Os dados são da consultoria Tendências e o salto positivo deve vir do Polo Industrial de Manaus e da construção do projeto de mineração Ferro Carajás S11D, no Pará.

A retomada do Polo Industrial de Manaus (PIM) e a construção do projeto de mineração Ferro Carajás S11D, da Vale, no Pará, devem acelerar a recuperação da economia na Região Norte em um ritmo maior que nas outras regiões do País, aponta a pesquisa da consultoria Tendências, divulgada pela Reuters. O estudo indica que o Produto Interno Bruto (PIB) da Região Norte deve crescer 3,9% em 2017, seguido pelo Nordeste com avanço de 2,3% e pelo Centro-Oeste com 2,2%. Sul e Sudeste aparecem no fim da lista com crescimentos de 1,4% e 1,3%, respectivamente. Para o Brasil, a consultoria estima alta do PIB de 1,5% no próximo ano.

"Na Região Norte há maturação de uma série de investimentos e a economia é mais sensível ao ciclo de retomada econômica", afirmou o economista da Tendências e responsável pelo estudo, Adriano Pitoli. 

A indústria deverá ser o principal dinamizador da economia do Norte em 2017, segundo a pesquisa, levando um efeito multiplicador para as demais atividades. A Tendências estima crescimento de 7,2% para o PIB industrial da região, três vezes maior que o previsto para o Brasil.

 

Mineração

O projeto de mineração da Vale deve entrar em operação até o fim deste ano e tem investimento de US$ 14,3 bilhões. No pico, a obra contratou 30 mil trabalhadores e contempla a construção de um ramal ferroviário de 101 quilômetros, a expansão da Estrada de Ferro Carajás e a ampliação do Terminal Marítimo de Ponta Madeira, em São Luís (MA).

Já do Polo Industrial de Manaus tem um efeito base importante, na avaliação da Tendências. O estudo aponta que a área de incentivos fiscais se dedica à produção de itens como motocicletas e eletroeletrônicos que sentem a retração da atividade doméstica, com a piora do crédito e do mercado de trabalho, por isso, a indústria da região foi afetada fortemente pela recessão.

 

Comércio

O levantamento aponta, ainda, que a Região Norte também vai se sobressair por causa do comércio. A alta esperada é de 5% no ano que vem, a maior entre todas as regiões. 

"Tanto no Norte como em algumas regiões do Nordeste, há uma grande concentração da população de classe média-baixa e baixa. Qualquer empresa que se instale nessas regiões e ofereça empregos, provoca um impacto maior do que provocaria em outras regiões", diz diretor da IPC Marketing, Marcos Pazzini.

Reprodução: Diário do Amazonas

Mulheres estão em desvantagem nas empresas, diz pesquisa

Para 80% dos entrevistados, as mulheres são preteridas, principalmente, quando se fala em cargos de gestão.

Na hora de decidir sobre uma promoção aos empregados ou escolher aquele que irá ocupar um cargo de liderança, as empresas ainda dão preferência aos homens. Pesquisa feita pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) com 350 diretores e executivos de empresas mostra que para 76% dos consultados existe desigualdade de tratamento entre homens e mulheres na estrutura organizacional.

Na enquete, apenas 24% avaliaram como satisfatório o tratamento de gênero na sua empresa. Para 80% dos entrevistados, as mulheres são preteridas, principalmente, quando envolve a escolha para um cargo de gestão.

Segundo a pesquisa, 12% dos entrevistados acreditam que a falta de equidade é observada mais no teste de seleção quando a questão de gênero se sobrepõe ao fator competência.

Para 8% dos entrevistados, a diferença de tratamento é percebida durante o estágio do desenvolvimento.

O fato de as mulheres terem um papel importante no desempenho das tarefas domésticas e na estrutura familiar foi justificado por 86% dos consultados como um empecilho à ascensão delas nas empresas. 

Mais da metade dos diretores e executivos consultados (52%) declararam não ter um programa formal ou uma ação de incentivo à equidade de gênero e apenas 19% mostraram estar satisfeitos com as ações e o estágio atual do seu programa de equidade.

Na avaliação da CEO da Amcham Brasil, Deborah Vieitas, a pesquisa indica a necessidade de buscar avanços em prol da igualdade de gênero.

Reprodução: Diário do Amazonas

Inflação da baixa renda volta a subir em outubro, diz índice divulgado pela FGV

A taxa de 0,18% do IPC-C1 de outubro foi menor que a apurada entre as famílias com renda mensal entre 1 e 33 salários-mínimos.

Rio de Janeiro - A inflação percebida pelas famílias de baixa renda registrou alta de 0,18% em outubro, após a queda de 0,08% observada em setembro, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e dois e meio salários-mínimos. Com o resultado, o índice acumulou aumento de 5,95% no ano e avanço de 8,11% em 12 meses. 

Embora os alimentos permaneçam mais baratos, as famílias de baixa renda gastaram mais em outubro com todas as demais classes de despesas que integram o índice.

A variação dos preços do grupo Alimentação foi a única a permanecer no negativo, embora tenha diminuído o ritmo de queda: passou de -0,52% em setembro para -0,21% em outubro. Entre os itens que pressionaram o grupo estão hortaliças e legumes (de -7,76% em setembro para 1,16% em outubro); frango inteiro (de 2,29% para 2,81%) e cerveja (de -0,39% para 3,15%). Na direção oposta, ajudaram a conter a taxa os itens leite longa vida (de -8,74% em setembro para -12,98% em outubro); feijão-carioca (de -5,02% para -9,60%); banana-prata (de -8,92% para -5,04%) e ovos (de -1,77% para -4,43%).

Todos os demais grupos tiveram aceleração: Habitação (de 0,39% em setembro para 0,49% em outubro), Transportes (de -0,11% para 0,18%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,06% para 0,36%), Vestuário (de 0,03% para 0,31%), Despesas Diversas    (de -0,41% para 0,02%), Comunicação (de 0,11% para 0,76%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,21% para 0,28%). 

Os destaques foram os itens taxa de água e esgoto residencial (de 0,00% para 0,61%), gasolina (de -1,36% para 1,93%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,60% para 0,50%), roupas (de -0,03% para 0,21%), cigarros (de -0,95% para -0,54%), tarifa de telefone móvel (de 0,01% para 1,51%) e show musical (de -2,91% para -1,08%).

Reprodução: Agência Brasil