17/01/2012

ARTIGO DA SEMANA: Vim, vi continuo lutando.

Veni, vidi, vici (em português: "Vim, vi, venci") é uma famosa fraselatina supostamente proferida pelo general e cônsul romano Júlio Césarem 47 a.C..



César utilizou a frase numa mensagem ao Senado Romanodescrevendo sua recente vitória sobre Farnaces II do Ponto na Batalha de Zela.

A frase serviu tanto para proclamar seu feito, como também alertar aos senadores de seu poder militar (Roma passava por uma guerra civil).

César era um grande estrategista e lutou enormemente para manter a supremacia de Roma e do seu poder.

Sou um estrategista e não tenho reino e muito meno o poder que César detinha mas quanto mais cnheço da história do mundo mais percebo que os grande impérios lutam, ganham e também perdem todo seu poder.

Temos muita influência dos gregos que apesar de estarem em crise hoje foram muito influentes na nossa formação e teve muitos filósofos fundamentais e estudados até os dias atuais.

Também nosso país sofreu muita influência dos franceses aos longo da nossa formação e crescimento como país.

Isso aconteceu com Portugal e Espanha nas grandes navegações e nos dominios que obtiveram através do seu poder marítimo.

Também a Inglaterra passou a dominar muitas terras e seu poderio se estendeu ao mundo e seu poder financeiro tem respaldo até os dias atuais, mas seu poder foi se esvaindo com o passar dos tempos.

Os Estados Unidos da América hoje estão sentindo parcela do seu poder sendo diminuída e outros atores ocupando o palco mundial do poder.

Existem livros, filmes e artigos falando do declínio do império americano e esta perda de poder incomoda os donos do poder desse país.

Na Europa percebemos a crescente influência da Alemanha que junto com a França protagoniza a continuidade da Comunidade Econômica Européia e sua soberania através da moeda Euro.

Observamos a China e seu crescimento e atuação na seara mundial e sentimos que um longo caminho de tomada de poder está tomando corpo. Mas nos preocupa a baixa renda per capita e também baixa liberdade das pessoas nesse novo player mundial.

Olhando o mundo vejo que nosso país melhorou em várias coisas e observo com preocupação que não fizemos o dever de casa necessário para sedimentarmos nossa posição mundial.

Precisamos muito das reformas política, tributária, financeira, previdenciária,  CLT,  etc. para marcharmos a uma posição efetivamente considerável na nova geopolítica mundial.

O problema é que a oposição se apresenta fragilizada e quem está no poder não aparenta a mínima vontade de realizar efetivamente estas mudanças pois mexerá com poderosos interesses e isso pode causar a perda do mandato de quem efetivamente tentar isso.

Observar os grandes generais e as mudanças geopolíticas mundiais são importantes para entendermos que nosso contexto a nível de mundo também passa pela boa educação que teremos que fornecer a todos em nosso país e quando percebemos que apenas 13% da população economicamente ativa cursa nível superior verificamos que estamos tendo que caminhar e muito nessa direção.

Esse caminhar significa qualificar melhor os professores e mais do que isso implantar a meritocracia em  profissionais bem resistentes a tal medida.

Como o grande general olho o panorama e digo "Vim, vi e continuo lutando" para ver meu Brasil melhor, mais atuante mundialmente falando e



* Robson Paniago é Doutor em Ciências Empresariais pela Universidad del Museo Social Argentino, Coordenador do  Curso de Administração do UNISAL – Campinas e Professor de graduação e MBA da FGV. Sócio - diretor da CONSULTEE – www.portalconsultee.com e da CEC – www.cecapivari.com.br. Palestrante, Escritor, Articulista do Jornal de Jundiaí e Consultor.

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