29/02/2012

Pará gera mais empregos no setor extrativo mineral.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) divulgou um estudo sobre a geração de empregos formais no setor extrativo mineral no Pará e demais Estados da região Norte. O Pará continua sendo o maior destaque na geração de empregos com carteira assinada.

No mês de janeiro, o Estado apresentou saldo positivo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados, com crescimento de 1,22%. Foram feitas 351 admissões e 148 desligamentos, gerando um saldo positivo de 203 postos de trabalhos.

No mesmo período do ano passado, o setor também apresentou saldo positivo de empregos formais, só que em quantitativo menor. Foram feitas 307 admissões, contra 133 desligamentos, gerando 174 postos de trabalhos.

A maioria dos Estados da região Norte apresentou saldos positivos. No período analisado, o Estado com a maior geração de empregos foi o Pará, com 203 postos; seguido do Amapá, com 70. Na outra ponta o destaque negativo foi o Tocantins, com a perda de 38 postos; seguido do Amazonas, com 10.

No mês de janeiro foram feitas no setor, em toda a região Norte, 613 admissões e 383 desligamentos, gerando um saldo positivo de 230 postos, com crescimento de 1% na geração de empregos formais.

Nos últimos 12 meses, o Pará teve um crescimento de 17,37%, nesse período foram feitas 4.529 admissões e 2.032 desligamentos, gerando um saldo positivo de 2.497 postos.

Nos últimos 12 meses, os Estados do Norte apresentaram resultados positivos de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados, a exceção foi o Tocantins, que apresentou perda de nove postos. Neste período, o maior destaque foi o Pará, com a geração de 2.497 postos; seguido do Amapá, com 635; e de Rondônia, com 300.

Nos últimos 12 meses, em todo o Norte, foram feitas 7.919 admissões e 4.164 desligamentos, gerando um saldo positivo de 3.755 postos, com crescimento de 19,29%.

Segundo as análises, do saldo total de postos de trabalhos gerados em toda a região Norte nos últimos 12 meses, cerca de 66% foram no Pará.

Fonte: DOL, com informações do Dieese/PA

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