11/04/2012

ARTIGO DA SEMANA: Gerações em Conflito.

Entender o conflito dessas gerações não é fácil e necessita que o administrador tenha conhecimentos de antropologia, sociologia e que tais. Dizer que o mundo sofre transformações constantes e que a mudança é o imperativo não é nada.

Administrador que se preza deve trabalhar com pessoas experientes e completamente iniciantes, mesclando os públicos e ensinando os mesmos a realizar suas tarefas com os outros.

A Geração Y é virtual, tem namoros virtuais, mas no fundo sente uma solidãoprofunda e uma falta de afetividade, transferindo isso pras suas máquinas que cada vez mais chegam com sofisticação e níveis de dificuldade para desafiar os mesmos.

Isso causa pessoas que antecipam muitas passagens e deixa um gosto de perda de juventude e envelhecimento tardio, fazendo com que os jovens dessa geração não participem de brincadeiras de rua.

Os atuais quarentões e cinquentões são considerados dinossauros do mundo moderno. Pois eles não têm a mesma habilidade dos jovens perante os computadores, celulares e outros aparatos tecnológicos.

A tecnologia da informação é fundamental, mas não é tudo numa organização, portanto devemos entender as ferramentas de computação, mas não deixar que as mesmas sejam percebidas como a panacéia para os problemas de uma organização.

O bom administrador é aquela pessoa que consegue ter uma visão holística e abstrair o problema, para encontrar possíveis soluções para o mesmo. Muitas empresas proíbem seus funcionários de usar as redes sociais na organização.

Pode-se considerar que o bom executivo deve entender que o as atuais redes sociais, como Orkut, Twitter, Facebook, entre outras, quando bem utilizados podem ser uma progressão geométrica na expansão dos negócios. O poder da comunicação coletiva.

A comercialização de produtos e serviços via net é algo interessante e a mesma através do EAD (Ensino a distância) pode ajudar várias pessoas se qualificarem e se tornarem melhores  através da educação bem feita e de uma coisa fundamental: o autodesenvolvimento.

Esse é um ponto positivo dessa geração, que ao mesmo tempo em que se torna individualista pode através das várias formas de interação ser mais independente e também poder ser mais rápida na sua maneira de comunicar, através dos torpedos, blogs, sites e tantas outras coisas.

 Viver sem internet é impraticável para homens dinossauros dessa geração, mas nos adequamos e adaptamos a essa realidade, pois não nascemos sob a égide do computador, das telecomunicações fáceis e baratas e das mudanças tecnológicas.                                

Por isso, antes de criticar uma geração precisamos de coragem para encarar os erros das anteriores e que temos que nos adaptar ao novo tempo.

 

COLUNISTA: Robson Paniago é Doutor em Ciências Empresariais pela Universidad del  Museo Social Argentino e Doutorando em Administração pela UNIMEP, Coordenador do  Curso de Administração do UNISAL – Campinas e Professor de graduação e MBA da FGV. Sócio - diretor da CONSULTEE – www.portalconsultee.com e da CEC – www.cecapivari.com.br. Palestrante, Articulista do Jornal de Jundiaí e Consultor. Site: www.portalconsultee.com | E-mails: robson@sj.unisal.br; robsonpaniago@hotmail.com e robson.paniago@fgv.br

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