17/08/2012

ARTIGO DA SEMANA: Como estruturar um negócio .

Define-se estrutura organizacional como as tarefas são distribuídas, agrupadas e coordenadas (ROBBINS, 2006).  Os gestores precisam ter em mente seis elementos básicos para a projeção da estrutura de suas organizações.  Os elementos são: especialização do trabalho, a departamentalização, a cadeia de comando, a amplitude de controle, a centralização e descentralização e a formalização. A estrutura de equipe desmonta as barreiras departamentais e descentraliza o processo decisório no nível das equipes de trabalho, requerendo assim, colaboradores tanto generalistas, quanto especialistas.  Mais frequentemente, em casos de empresas maiores, a estrutura de equipe complementa uma "burocracia típica", permitindo que a organização obtenha a eficiência da padronização burocrática ao mesmo tempo e atingindo a flexibilidade proporcionada pelas equipes.  Nesta estrutura, na qual se alinha todas as hierarquias, é considerado um exemplo típico de gestão atual. Onde funcionários em níveis operacionais conseguem identificar seus líderes e possuir uma comunicação real, no intuito de melhorias tanto organizacional, quanto pessoal, cito uma carreira organizacional definida nos cargos atuantes. A organização virtual (também chamada de organização em rede ou modular) é tipicamente formada por empresas pequenas que terceirizam a maior parte das funções de negócio e se concentram naquilo que podem fazer de melhor, sendo altamente centralizada, com pouca ou nenhuma departamentalização, tendo a flexibilidade, principal vantagem, liderada principalmente por gerações "X" na qual identificou um nicho de mercado e atua como consultor e melhorias de resultado nas operações de negócio. E por fim as organizações sem fronteiras, termo cunhado pelo ex-presidente da GE - General Eletric, Jack Welch, que cita a eliminação das fronteiras verticais e horizontais no interior da empresa e a quebra das barreiras externas entre a companhia, seus fornecedores e clientes internos e externos, buscando a autonomia, eliminação de controle e a substituição dos departamentos por equipes autônomas.  A base tecnológica que torna possível a existência dessa organização sem fronteiras é constituída pelos computadores ligados a rede, possibilitando assim comunicação entre os indivíduos interna e externamente. O fato é que a estrutura interna da organização contribui para explicar e prever o comportamento de cada indivíduo e suas características de geração e afinidades entre cada estrutura, influenciando assim as atitudes e os comportamentos dos funcionários.  Assim, identificamos que nas organizações sem fronteiras, modelo gerencial para as demais, o numero maior de realização, motivação e desenvolvimento de carreira são percebidos em tais organizações.  Modelo que define e não subestima quaisquer gerações que nela atuam, trabalhando como parceiros e com foco único em crescimento e lucratividade entre líderes e operacionais.Acredito que as organizações do futuro deverão perpassar todos os países, tudo isso motivado pela tecnologia. Não é sem outro motivo que o curso que coordeno é Administração com um grande foco em  tecnologia, o que denominamos Administração Tecnológica. 
 
COLUNISTA: Robson Paniago é Doutor em Ciências Empresariais pela Universidad del Museo Social Argentino e Doutorando em Administração pela UNIMEP, Coordenador do  Curso de Administração e do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos do UNISAL – Campinas e Professor de graduação e MBA da FGV. Sócio - diretor da CONSULTEE – www.portalconsultee.com e da CEC – www.cecapivari.com.br. Palestrante, Articulista do Jornal de Jundiaí e Consultor.

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