22/04/2013

PARÁ: Empregos crescem no setor extrativo mineral.

Em março deste ano, o número de emprego formal no setor extrativo mineral do Pará, voltou a apresentar saldo positivo, no comparativo entre admitidos e desligados. Encerrando o primeiro trimestre de 2013 em crescimento. O estudo elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócioeconômicos (Dieese), e divulgado na manhã desta segunda-feira (22), mostra saldo positivo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados com crescimento de 0,50%. Em todo o estado do Pará, foram feitas 296 admissões e 202 desligamentos gerando um saldo positivo de 94 postos de trabalho.

No mesmo período do ano passado, o setor também apresentou saldo positivo de empregos formais, só que o resultado foi maior que o verificado este ano. Na ocasião, foram feitas 408 admissões e 187 desligamentos, gerando um saldo positivo de 221 postos de trabalho.

As análises mostram ainda que em março deste ano, no setor extrativo mineral, a maioria dos estados da região Norte, apresentaram saldos negativos de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados. No período analisado, o estado com a maior perda de empregos formais foi Rondônia com saldo negativo de 15 postos de trabalho, seguido de Tocantins com saldo negativo de 12 postos de trabalho.

No mesmo período, o estado do Pará foi quem apresentou a maior geração de empregos formais com saldo positivo de 94 postos de trabalho, seguido de  Amapá com saldo positivo de 28 postos de trabalho.

Ainda de acordo com as análises do Dieese, em março foram feitas no setor extrativo mineral, em toda a região Norte, 479 admissões e 393 desligamentos, gerando um saldo positivo de 86 postos de trabalho, com crescimento de 0,34% na geração de empregos formais.

No primeiro trimestre deste ano, houve saldo positivo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados com crescimento de 0,05% na geração de novos postos de trabalho. No período analisado, foram feitas no setor extrativo mineral em todo o Pará, 719 admissões e 710 desligamentos. No mesmo período do ano passado, o setor também apresentou crescimento de empregos formais, com a geração de postos de trabalhos gerados maior que o verificado neste ano. Na ocasião, foram feitas em todo o estado 1.267 admissões e 486 desligamentos gerando um saldo positivo de 781 postos de trabalho.

As análises sobre a flutuação de postos de trabalho formais nos estados do Norte  no início deste ano, mostra que a maioria dos estados apresentaram saldos positivos de empregos no comparativo entre admitidos e desligados. No trimestre, o estado do Amapá foi quem apresentou a maior geração de empregos formais com saldo positivo de 99 postos de trabalho, seguido de Tocantins com saldo positivo de 19 postos de trabalho. Também no mesmo período, o estado de Rondônia foi quem apresentou a maior perda de empregos formais com saldo negativo de 46 postos de trabalho.Neste primeiro trimestre analisado, foram feitas em toda a região no setor extrativo mineral 1.358 admissões e 1.281 desligamentos gerando um saldo positivo de 77 postos de trabalho com crescimento de 0,31% no emprego formal.

A pesquisa aponta que nos últimos 12 meses, mostra saldo positivo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados com crescimento de 5,18%. No período, foram feitas no setor em todo o Pará 3.377 admissões e 2.448 desligamentos gerando um saldo positivo de 929 postos de trabalho. 

No período analisado, o estado do Pará foi quem apresentou a maior geração de empregos formais, com saldo positivo de 929 postos de trabalhos, seguido do estado do Tocantins com saldo positivo de 109 postos de trabalho e do Amapá com saldo positivo de 102 postos de trabalho. Na outra ponta, o destaque negativo foi o estado do Amazonas com a perda de 56 postos de trabalhos, seguido de Rondônia com a perda de 45 postos de trabalho.

Nos últimos 12 meses, foram feitas em todo o Norte 6.274 admissões e 5.190 desligamentos, gerando um saldo positivo de 1.084 postos de trabalho com crescimento de 4,49%.

Fonte: DOL, com informações do Dieese/PA 

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