27/12/2019

ARTIGO: 2020 SERÁ O ANO DA ECONOMIA COMPORTAMENTAL? Vamos Aprender e Viver Melhor

Estamos chegando em uma nova década do século XXI, um novo momento está se criando para executivos, empreendedores aspirantes de novos negócios para 2020, temos que compreender que estamos vivendo em uma época onde todos nós estamos envolvidos na área de tecnologia, quer você queira ou não, e este entendimento está quase que pacificado por muitas pessoas, mas uma grande questão que recorrente nas rodas de conversa é qual é a melhor maneira de se arrumar para esta nova década? Gianpiero Petriglieri publicou em dezembro 2019 na MIT Sloan Magazine que "Seja bom em aprender" uma vez que "O momento em que você para de aprender é o momento em que começa a morrer."

Este novo ciclo de atividades de aprendizado tem crescido na Amazônia onde é possível ver uma gama maior em retiros corporativos, conferências profissionais e encontros semelhantes e estas atividades são muito mais dinâmicas do que o ensino tradicional nas salas das instituições de ensino e este ritmo de crescimento de mudança que a tecnologia trouxe para os negócios e a sociedade, eles se tornaram mais urgentes, os gestores que tem uma visão empreendedora em diversos setores parecem concordar que o aprendizado é um imperativo e não um clichê.

E esse modelo em crescimento mostra para nós os conceitos da economia comportamental que vem a ser o olhar econômico contemporâneo do comportamento humano e suas relações com atuais conceitos padronizados isso fica mais claro quando observamos dentro das organizações uma ideia de crescimento nas carreiras sem o fluxo de aprendizado, ações como estas podem ser considerada no mínimo como equivocadas, pois tanto as carreiras como os empreendimentos tendem a fracassar rapidamente.

E a economia comportamental aponta que as pessoas apenas formam outros meios para lhe darem valor dentro das suas atividades diárias e isso pode ser visto nas organizações quando a atividade empresaria não buscam novos aprendizados e com isso acaba colocando pessoas talentosas nas posições mais erradas dentro da organização e com isso subaproveitando o profissional, mas muitos acabam se destacando mas gerando outros problemas como a desmotivação pessoal e a busca de novas oportunidades nos concorrentes ou até mesmo buscar empreender.

Esta área de estuda os efeitos de fatores cognitivos, psicológicos, sociais, emocionais e de fatores econômicos nas decisões de indivíduos e instituições, para melhor interpretar o comportamento humano, com o objetivo de aprimorar o modelo tradicional, com a intenção de sanar suas falhas, uma vez que ela se apoia na análise do comportamento do indivíduo para, assim, poder elaborar o modelo de decisão.

Então 2020 será o Ano da Economia Comportamental? Vamos investir no redesenho do trabalho sem primeiro planejar e investir na redefinição do trabalho reduz os resultados futuros e limita as oportunidades de crescimento e criação de valor a longo prazo. Compreender o relacionamento entre essas duas abordagens ao trabalho é essencial para qualquer esforço estratégico para competir a longo prazo.

Tanto as empresas públicas como as privadas apresentaram declarações grandiosas e de altos investimentos a partir de 2020, no entanto esta é uma demanda que as organizações têm transferido cada vez mais para os colaboradores o comportamento e a economia comportamental vem através da alteração da forma pois essa ferramenta recente vem como os descritos por Morgan quando escreveu "Imagens das Organizações" mostrando o desenho das relações humanas e de políticas públicas e empresariai.

Todas as pessoas gostam de aprender algo novo, mas muitas não gostam de estudar, pelo menos não seguindo o modelo tradicional e quando levamos estas questões de aprendizado para serem alinhadas para as relações de trabalho o desenvolvimento permanece complicado, muitos estudiosos acreditam que as pessoas são ambivalentes quanto a isso, se não totalmente resistentes uma vez que queremos aprender, mas tememos que não gostemos do que aprendemos, esta é a observação que tem crescido significativamente nos últimos anos, uma vez que a busca pelo autoconhecimento tem se intensificado.

Agora uma afirmação é certa: Este aprendizado ou não aprendizado custará muito no curto e médio prazo.

Podemos tomar esta afirmativa como verdadeira quando olhamos para nossa carreira, isto em qualquer momento! Pois em algum momento sempre surge a afirmação: Se eu tivesse me dedicado mais antes hoje colheria melhores frutos!

Claro que depois de que chegamos a vida adulta muitas vezes há vergonha em aprender algo novo, mas este novo processo nos custará quanto se não aprendermos? Uma promoção? Um novo mercado? Maior rentabilidade?

Simplesmente não podemos deixar de adquirir conhecimento e as habilidades de que ele tem a nos oferecer, seja a idade que for temos que buscar estas relações e interrelações de aprendizado e ensino, afinal de contas todas as pessoas tem muito a aprender e a ensinar e para finalizar podemos usar as palavras de Petriglieri "nada verdadeiramente novo, nada que importa, é aprendido com facilidade."

ARTICULISTA: Hinton Bentes
Administrador, professor universitário e empreendedor social

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Nota editorial: Os pensamentos e ideias acima expostos não necessariamente refletem nossa opinião e são de responsabilidade exclusiva do (s) Autor (es) do Artigo

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